“Obrigado, muito obrigado”. Foi a mensagem que nosso menino herói, Wallyson, mandou para Frasqueira na véspera do jogo decisivo contra o Confiança. Ele poderia dizer muitas outras coisas, mas em sua humildade preferiu agradecer o apoio da torcida. Ele poderia pedir aplausos, poderia pedir gratidão, mas preferiu dizer “obrigado”.
Foi a primeira vez que conversei com nosso herói e em seus olhos tiver a certeza de que iremos conquista o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol. Tímido, ainda desacostumado com a badalação de um craque de futebol, ele transmite uma vontade de vencer que só os grandes campeões possuem. Olhando para ele de perto, ouvindo sua voz de adolescente, observando suas roupas e seu boné, vendo seu sorriso fácil emoldurado por um aparelho ortodôntico em um rosto macro e um corpo franzino, me perguntei como uma criança, apenas um garoto, pode ser um craque de futebol com tão pouca idade e tão poucos músculos? A resposta estava em seu olhar! Não é um olhar comum é um olha de menino, ingênuo e infantil, o olhar de criança que olha as estrelas e sonha em ser astronauta, um olhar de menino para o doce da vitrine.
Wallyson fala do acesso a Série B como um menino que fala do seu desejo de ganhar a primeira bola ou a primeira bicicleta. Ele fala em vencer com a simplicidade e a pureza de uma criança que disputa uma pelada na rua com o ímpeto de uma final de mundial.
Tenho certeza que esse garoto sabe das dificuldades, mas elas não o assustam, muito pelo contrário, é delas que ele tirar motivação para continuar lutando, assim como uma criança que sente prazer em ter medo de estórias de assombração.
Mais uma vez Wallyson foi decisivo para a vitória do Mais Querido diante do Confiança, marcando o único gol da partida. Diante da Frasqueira que lotava o Frasqueirão promovendo, como de costume, um espetáculo que nenhuma outra torcida do mundo sabe realizar e diante do cantor Raimundo Fagner (que certamente jamais vai esquecer essa partida de futebol e essa torcida chamada Frasqueira), Wallyson foi a síntese do ABC FC dentro de campo, foi um guerreiro menino. Penso que vendo a habilidade e o espetáculo do nosso herói o cantor deve ter pensado que seus versos poderia ter sido feitos perfeitamente para ele, afinal...“Guerreiros são pessoas/São fortes, são frágeis/Guerreiros são meninos/No fundo do peito”.
Imagino que Fagner ainda não parou de comentar sobre a Frasqueira, o Frasqueirão, sobre toda a equipe do ABC e especialmente sobre o guerreiro menino Wallyson, que com sua armadura alvinegra inoxidável deu vida as versos do poeta:
Wallyson, vendo os olhos de carinho e orgulho de sua mãe lhe assistindo jogar, percebi o quanto você é querido por ela e pela Frasqueira. Cada torcedor do ABC, mesmo os mais jovens, te olham com olhos de pai e mãe orgulhosos. A Frasqueira se sente um pouco pai e mãe de você, assim como tenho certeza que você sempre vai carregar consigo o orgulho de ser filho da Frasqueira.
Guerreiro Menino, você não nos deve nenhum obrigado, o amor e admiração que a Frasqueira lhe oferece vem sendo retribuído em campo por você e por todos, ou disse todos os atletas e pela comissão técnica do Mais Querido. A Frasqueira gosta de bom futebol e de craques habilidosos, claro, mas o que ela exige de seus jogadores é garra, vontade de vencer e isso sobra no ABC, sobra em cada atleta que, mesmo com limitações técnicas, se supera na raça respeitando a camisa alvinegra que já vestiu o corpo de Hélio Show, Alberi, Danilo Menezes, Maranhão, Libânio, Dedé de Dora, Sérgio China, Sérgio Alves, Robgol, Schumacher, Reinaldo Aleluia e tantos outros tão a mais craques que esses.
Foi uma festa maravilhosa e uma classificação no bom e velho estilo do Mais Querido, com sofrimento e drama. Quando muitos nem acreditavam o ABC conseguiu três vitórias seguidas superando o seu momento mais difícil no campeonato nacional e a Frasqueira demonstrou seu amor e seu agradecimento cantando o hino do ABC e o nome de cada jogador. Mas a maior de todas as homenagens foi oferecida involuntariamente por um casal de jovens que, após o gol da classificação, deu o seu primeiro beijo. Uma homenagem singela, um gesto de amor que emociona o poeta que vos escreve, mas como já dizia o grande Fagner: “Chorar é bonito e não faz vergonha/Eu só acredito no homem que chora e sonha”.
Foi a primeira vez que conversei com nosso herói e em seus olhos tiver a certeza de que iremos conquista o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol. Tímido, ainda desacostumado com a badalação de um craque de futebol, ele transmite uma vontade de vencer que só os grandes campeões possuem. Olhando para ele de perto, ouvindo sua voz de adolescente, observando suas roupas e seu boné, vendo seu sorriso fácil emoldurado por um aparelho ortodôntico em um rosto macro e um corpo franzino, me perguntei como uma criança, apenas um garoto, pode ser um craque de futebol com tão pouca idade e tão poucos músculos? A resposta estava em seu olhar! Não é um olhar comum é um olha de menino, ingênuo e infantil, o olhar de criança que olha as estrelas e sonha em ser astronauta, um olhar de menino para o doce da vitrine.
Wallyson fala do acesso a Série B como um menino que fala do seu desejo de ganhar a primeira bola ou a primeira bicicleta. Ele fala em vencer com a simplicidade e a pureza de uma criança que disputa uma pelada na rua com o ímpeto de uma final de mundial.
Tenho certeza que esse garoto sabe das dificuldades, mas elas não o assustam, muito pelo contrário, é delas que ele tirar motivação para continuar lutando, assim como uma criança que sente prazer em ter medo de estórias de assombração.
Mais uma vez Wallyson foi decisivo para a vitória do Mais Querido diante do Confiança, marcando o único gol da partida. Diante da Frasqueira que lotava o Frasqueirão promovendo, como de costume, um espetáculo que nenhuma outra torcida do mundo sabe realizar e diante do cantor Raimundo Fagner (que certamente jamais vai esquecer essa partida de futebol e essa torcida chamada Frasqueira), Wallyson foi a síntese do ABC FC dentro de campo, foi um guerreiro menino. Penso que vendo a habilidade e o espetáculo do nosso herói o cantor deve ter pensado que seus versos poderia ter sido feitos perfeitamente para ele, afinal...“Guerreiros são pessoas/São fortes, são frágeis/Guerreiros são meninos/No fundo do peito”.
Imagino que Fagner ainda não parou de comentar sobre a Frasqueira, o Frasqueirão, sobre toda a equipe do ABC e especialmente sobre o guerreiro menino Wallyson, que com sua armadura alvinegra inoxidável deu vida as versos do poeta:
(...)
Corre dispara pára ginga e zás
(Corre dispara pára ginga e jazz)
Mais um zagueiro vai pro chão
Esse já era não levanta mais
Outros virão
Finta canhota voa samurai
Lá vai a bola bala de canhão
Seu pé direito é a bomba que distrai
O esquerdo é o coração
Um belo drible
Decide o jogo
No grande baile do futebol
Só um artista
(...)
Acende a tarde inventa o sol
Wallyson, vendo os olhos de carinho e orgulho de sua mãe lhe assistindo jogar, percebi o quanto você é querido por ela e pela Frasqueira. Cada torcedor do ABC, mesmo os mais jovens, te olham com olhos de pai e mãe orgulhosos. A Frasqueira se sente um pouco pai e mãe de você, assim como tenho certeza que você sempre vai carregar consigo o orgulho de ser filho da Frasqueira.
Guerreiro Menino, você não nos deve nenhum obrigado, o amor e admiração que a Frasqueira lhe oferece vem sendo retribuído em campo por você e por todos, ou disse todos os atletas e pela comissão técnica do Mais Querido. A Frasqueira gosta de bom futebol e de craques habilidosos, claro, mas o que ela exige de seus jogadores é garra, vontade de vencer e isso sobra no ABC, sobra em cada atleta que, mesmo com limitações técnicas, se supera na raça respeitando a camisa alvinegra que já vestiu o corpo de Hélio Show, Alberi, Danilo Menezes, Maranhão, Libânio, Dedé de Dora, Sérgio China, Sérgio Alves, Robgol, Schumacher, Reinaldo Aleluia e tantos outros tão a mais craques que esses.
Foi uma festa maravilhosa e uma classificação no bom e velho estilo do Mais Querido, com sofrimento e drama. Quando muitos nem acreditavam o ABC conseguiu três vitórias seguidas superando o seu momento mais difícil no campeonato nacional e a Frasqueira demonstrou seu amor e seu agradecimento cantando o hino do ABC e o nome de cada jogador. Mas a maior de todas as homenagens foi oferecida involuntariamente por um casal de jovens que, após o gol da classificação, deu o seu primeiro beijo. Uma homenagem singela, um gesto de amor que emociona o poeta que vos escreve, mas como já dizia o grande Fagner: “Chorar é bonito e não faz vergonha/Eu só acredito no homem que chora e sonha”.



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